Trecho do livro: O Signo dos Quatro - Conan Doyle.
Realmente, no mundo em que vivemos aonde pessoas vivem para aparecer e de exageros em aparência, está cada vez mais desafiador não se enganar, iludir pelos primeiros julgamentos.
Pessoas se arrumam por:
- Impressionar alguém ou quem não gosta;
- Auto estima?
- Ser o foco;
- Demonstrar ser algo que não é;
- Fazer Inveja;
- Iludir;
- Mexer com a imaginação de outros;
- Amor próprio, (mas depende da opinião de outros?);
- Marketing;
- Se enturmar;
- Sair da solidão e carência;
- Para outros se inspirarem;
- Não ver as fraquezas e que está na pior;
- Querem parecer algo que imagina que é;
- Atrair alguém? ter relação;
- Mostrar bons genes e ser fértil;
- Demonstrar ser de boa família e possuí uma boa índole;
- Tentar ser o mais perfeito e melhor possível;
- Orgulho?
- Ser o MELHOR.
Entre outros... (não lembrei agora kk, e não estou com muito tempo pra refletir a respeito, mas deixe seus comentários e sugestões abaixo!!! 😅).
Naturalmente lidamos com situações no nosso dia a dia que parecem não ser a favor de nossas escolhas, parecemos nadar contra a correnteza de um rio, nos estressamos, até podemos acabar desgostando de certas pessoas por opinarem de forma diferente, reagirem de forma diferente do que pensávamos, criando expectativas falsas que nos faz sentir fora do controle, inseguros, quebrando a nossa teimosia e confortável verdades e de se sentir que sabe de tudo, mas não sabemos...
Quando o Sol e a Lua se encontraram pela primeira vez , se apaixonaram perdidamente e a partir dai começaram a viver um grande amor. Acontece que o mundo ainda nao existia e no dia que Deus resolveu criá-lo deu-lhes então o toque final… o brilho! Ficou assim decidido que o Sol iluminaria o dia, e que a lua iluminaria a noite, sendo assim, seriam obrigados a viver separados. Abateu-se sobre eles uma tristeza quando tomaram conhecimento que nunca mais se encontrariam. A Lua foi ficando cada vez mais amargurada, mesmo com o brilho que Deus lhe havia dado, ela foi se tornando solitária. o Sol por sua vez tinha ganho o titulo de ASTRO REI mas isso tambem não o fez feliz. Deus entao chamou-os e explicou-lhes: - Você Lua iluminará as noites frias e quentes, encantará os enamorados e será diversas vezes motivo de poesias. Quanto a você Sol, sustentará esse titulo porque será o mais importante dos astros, iluminara a terra durante o dia, fornecerá calor para o ser humano e a sua simples presença fará as pessoas mais felizes. A Lua entristeceu-se muito com o seu terrível destino e chorou dias a fio… já o Sol ao vê-la sofrer tanto, decidiu que não poderia deixar-se abater pois teria que dar-lhe forças e ajuda-la a aceitar o que havia sido decidido por Deus. No entanto sua preocupação era tão grande que resolveu fazer um pedido, Senhor ajude a Lua ela é mais fragil do que eu, não suportará a solidão, e Deus em sua imensa bondade criou então as estrelas para fazerem companhia a ela. A Lua sempre que está muito triste recorre as estrelas que fazem de tudo para a consolarem, mas nem sempre conseguem, hoje eles vivem assim… separados, o Sol finge que é feliz, a Lua nao consegue esconder que é triste, o Sol ainda esquenta de paixão pela Lua, e ela ainda vive na escuridão da saudade. Dizem que a ordem de Deus é que a Lua devia ser sempre cheia e luminosa, mas ela não consegue isso… porque ela é mulher e a mulher tem fases, quando feliz consegue ser cheia, mas quando infeliz é minguante e quando minguante nem sequer é possivel ver o seu brilho. Lua e sol seguem seu destino, ele solitário mas forte, ela acompanhada das estrelas, mas fraca, humanos tentam a todo o instante conquista-la. como se isso fosse possível. Acontece que Deus decidiu que nenhum amor neste mundo seria impossível, nem mesmo o da Lua e do Sol… foi então que ele criou o eclipse.
Hoje Sol e a lua vivem a espera desse instante, desses raros momentos que lhe foram concedidos e que custão tanto para acontecer...
P.s: Não sei se é oficial de alguma religião, costume de algum lugar, contos infantil, mas achei bem feito o seu contexto.
Falarei um pouquinho sobre um assunto que já foi moda em 2018, por
conta de frases e livros do Bauman, futuramente vou escrever um pouco
mais sobre isso e sobre o autor.
Reflexão adquirida através do incrível filme: A secreta vida de Walter Mitty, feito por Ben Stiller e também atuado por ele, é uma adaptação de um livre de James Thruber que narra a vida de uma pessoa que sonha muito, principalmente acordado (sendo bem tímido, imagina muita coisa) e de uma hora para a outra cria coragem para viver e realizar aquilo que busca. Filme muito bom com ótimas músicas, sério ótima, pow Of monsters of men, Arcade fire, David Bowie, fotografias muito bonitas, nossa cada lugar que dá vontade de visitar, e suas mensagens de incentivo perdidas no filme, fora o elenco que conta com Sean Pean e Kristen Wiig. Ahh esse filme merece um post só dele aushauhsas.
Retomando e desligando a empolgação, essa cena que compartilho com vocês se trata de uma cena onde o personagem Sean está para tirar uma fotografia muito rara, onde ele viajou para longe, gastou muito dinheiro, tempo para aquele momento, contudo ao mirar a tua câmera ele percebe que é bem mais prazeroso contemplar aquele momento em que está e sentir, se entregar aquilo e depois deixar ir, guardar apenas na memória e contar em suas histórias.
Observo como as pessoas reagem diferentemente após verem por um longo período uma série, filmes, ver clipes onde você mesmo inconscientemente acaba imitando um pouco o que viu (ou além da conta), deve haver uma certa relação com o neurônio espelho, aquele que te faz copiar os semelhantes, como: o modo de falar, andar, ações para adaptar em algum grupo, família, "bonde", não incomodar, não se sentir estranho ou diferente, sobreviver.
Olá grandes ciborgues, trago mais um reflitão para vocês...
Filmaço: Alita- Anjo de combate
As vezes, paro para observar o quanto hoje o mundo está avançado e dependente de tecnologia, vejo grupos de amigos em restaurantes conversando entre si [mas pelo celular haha], tirando fotos de tudo, usando calculadoras digitais para resolver cálculos simples como 8*7, usando o celular para pesquisar coisas que esqueceu ou não quer forçar a mente para tentar lembrar (pressa de querer lembrar de tudo imediatamente?) , o celular acabou se tornando a maior e melhor ferramenta que podemos ter, pois você se sente mais confiante, consegue resolver inúmeros problemas instantaneamente e ainda por cima se divertir, se entreter (mas que mão na roda não acha?). Contudo, tudo que é dependente, fácil, viciante, controlador pode fazer algum mau, e é essa questão que quero abordar um pouco com vocês.
Em 2012, comprei o celular Samsung Galaxy y de um amigo, na eu qual estava sem nenhum celular já havia um tempo, e também por questões de amar ouvir música com fone nesse aparelhos ( no ônibus, hummmm outra grande utilidade, que faz esquecer um pouco os problemas), comecei a investigar a sua estrutura, aplicativos, códigos a fundo e possíveis modificações que poderia fazer nele para "turbinar" seu sistema, ou pelo menos melhorar o seu desempenho, excluindo aplicativos que não utilizara, então entrei em sites e foruns e um deles me mostrou algo que me deixou moderadamente assustado.
Esse tal blog, sugeriu uma curiosidade (um easter egg, de humor ou não) que possui os celulares com o sistema Android de 2.1, a 2.3 se não me engano, que ao pressionar a área que mostra a versão do sistema aparece uma imagem secreta de um biscoito maligno (como aquele do filme Shrek) e vários zumbis com o telefone celular no ouvido, segue a imagem:
Arte de Jack Larson
Então, me veio a mente se isso não seria uma crítica a sociedade ou ao seu futuro (a arte possuí ilimitadas interpretações), não no caso de isso ser do "demônio", mas no sentido do quanto nossa vida, mente, corpo iria mudar com o uso desenfreado de tudo isso. Estudando física e eletrônica descobri que o celular pode trazer alguns probleminhas de saúde como: contém pequenas taxas de radiação por usar constantemente bateria e receber sinais de antenas em variados níveis(não usar ao recarregar!), olhar para a tela azul que é feita com leds atrapalha o sono e pode ocasionar miopia, em questão de postura pode trazer torcicolo por ficar muito tempo torto ao olhar a tela, cansaço, irritabilidade, pressa, ler (lesão por esforço repetitivo) por sempre permanecer na mesma posição para pressionar teclas e deslizar os dedos, conversas e conteúdos raros ao ler muito rápido textos, ou apenas títulos e resumos (ficando cada vez mais raso em conteúdo), e insatisfação com a própria vida ao comparar a sua com a de outras, artistas, celebridades, que sempre demonstram a vida perfeita e super felizes.
Vou deixar aqui uma breve reflexão dessa Doutora em neurociência, de um canal que gostei muito:
Imagine você cria uma coisa que todo mundo precise (talvez depende), extremamente útil(substitui muita coisa), ágil, multitarefa e ainda por cima lhe avisa para checar sempre, (oi, gaste mais seu tempo comigo é de graça haha) e a saúde olhando para uma espécie de "espelho"que não se importa e nem sorri de volta...
Vi esse vídeo em 2014 e outros da ossada (talvez já tenha postado por aqui), acredito ser muito interessante os outros pontos de vistas das pessoas e os estudos científicos a respeito do quando essas "conexões" tem mudado a estrutura cerebral das pessoas e a sociedade.
Conheci o Copini, através de alguns vídeos recomendados pelo meu irmão para a evolução pessoal, esse canal é um projeto paralelo dele com ótimos conselhos e ângulos de visão, onde alguns eu não tinha parado para pensar, então como achei esse vídeo interessante resolvi compartilhar com vocês.
Dizem que você é aquilo em que prática, convive, lê, aprende, com que andas, estamos virando máquinas? robôs? O mundo/ambiente chega a ser tão chato que só a tecnologia hoje em dia pode nos satisfazer? quanto mais likes, comentários, dados, aplausos, poder, precisamos? hehe quanto mais melhor muahahah give me giveeee meeeeee [ironia[.
Observe o trajeto que estamos caminhando atualmente, é influências para todo canto (influencers digitais???) , através de músicas, filmes, séries, conteúdos manipuladores e viciantes (me ve uma caixa de dopamina! haha), imagens, acreditamos em tudo que lemos, frases pronta em imagens sem questionar nada, até dá uma sensação muito errada que sabemos de tudo, de todos os assuntos se é que me entendem...
Vivemos trabalhando ainda mais, nos cobrando mais e cobrando do próximo, criamos degraus em nosso dia a dia, sempre cada vez mais altos, descer é perigoso, cair então é o fim, querendo as coisas instantaneamente, atrás de algo que nos complete, e ser o tempo todo feliz, onde tudo da sempre certo, hahaha, querida Dreamlandradioativa.
Mas uma nova série do blog que estarei começando, que escreverei algumas ideias e pontos de vista sobre filmes que vejo, animes, livros e músicas, e outras coisas relacionadas do dia a dia e da filosofia da vida, que me chama haha. Estarei sempre aberto a responder as opiniões e reflexões de vocês queridos leitores e respeitar os comentários, críticas construtivas e outros pontos de vista que fizerem.
Obs: ando meio sem tempo então muitas vezes escreverei apenas um pouco, com o tempo vou ganhar mais experiência e passar do caderno para cá mais longos textos e argumentos. E dependendo da observação pode haverem partes ou contínua no próximo episódio, kkkkkk.
Gravado em 2006, com a direção de Mike Judge e conta com atuações de Luke Wilson, Maya Rudolph, Justin Long e Terry Crews ( bem conhecido nos personagens Latrell ou Julius pai do Chris), esse filme distópico (ou futuro não muito próximo?), faz uma comédia bem reflexiva sobre os erros e preocupações supéfluas da humanidade futura.
Depois de um dia agitado, barulhento, cheio de poluições, gente falando muito, reclamando, se desgastando, é bom tirar um tempo para ficar sós e se curtir, se desacelerar e sentir o momento presente e aproveitar a gratuidade que Deus nos deu, afinal as melhores coisas da vida são de graça, não é mesmo?
Vocês já tiveram a impressão que as coisas estão tão rápidas? sensação de que não tem controle, que não fez o suficiente, sente cansado, você deita e não descansa direito, o ano passa rápido, relações, momentos incríveis, o bolo que você comeu já foi kkkkk, paciência vai, coisas que antigamente fazia devagar, prestava mais atenção, hoje é imediato.
Porque essa preocupação para sermos perfeitos, belos, fotos perfeitas em lugares perfeitos, porque o desespero de tantos likes e aprovações? porque sentimos a necessidade de entrar em nossas contas todos os dias? curtida gera mesmo dopamina? estamos viciados em tudo isso? Só isso nos anima? que fique as reflexões, quem quiser discutir ou tem a resposta, basta escrever nos comentários. Um abraço.